Amor aspas adolescentes

“As pessoas ficam procurando o amor como solução para todos os seus problemas quando, na realidade, o amor é a recompensa por você ter resolvido os seus problemas.” Copiem. Decorem. Aprendam. Temos a mania de achar que amor é algo que se busca. Buscamos o amor nos bares, buscamos o amor na internet, buscamos o amor na parada de ônibus. Amor adolescente por PowerPoint é um bom modelo para os adolescentes que precisam fazer uma apresentação do PowerPoint. Você pode incorporar suas próprias recomendações para adolescente que estão caindo no amor. Os modelos de PowerPoint adolescentes livres contém um casal adorável com balões de ar estão se beijando theirselves. O fundo verde-claro faz com que este modelo de uns ... Os recordamos que estos talleres son gratuitos y que pueden participar niños, niñas y adolescentes con discapacidad auditiva y sus familiares sin discapacidad auditiva. Daremos comienzo el 10 de enero a las 18 horas en la delegación de Aspas Valencia, C/Torreta de Miramar, 14. Francisco Javier Aspas: 'Miles de chicas nazis procreaban en granjas humanas para entregar perfectos niños arios a Hitler' - Periodista Digital Hace unos años, Frida Lyngstad, la cantante morena del grupo Abba, se decidió a revelar su particular historia. 26 Inspirado amor aspas e ditos por ela. 25 Citações do sucesso inspirado. 20 Amor aspas inspirado por ele. 20 Amor aspas inspirado por ele. ... 15 Citações inspiradoras para adolescentes. 30 Bom dia cita a despertar você ... [ENTRE ASPAS] Por quê? [FEITO A MÃO] Isto não é uma carta de amor; As principais alegorias no Buffyverse [NOSSOS VÍDEOS] Unhas Literárias #3 - Em Chamas [FEITO A MÃO] Caindo Para Baixo, Parte II [FEITO A MÃO] Eu Odeio o Dia das Bruxas [INDICAMOS] Filme: Como Treinar Seu Dragão [NOSSOS VÍDEOS] Unhas Literárias #2 - A Culpa é da...

eu sou babaca por até hoje culpar a minha vó pelo oque aconteceu?

2020.07.12 02:46 paaodequeijo eu sou babaca por até hoje culpar a minha vó pelo oque aconteceu?

olá luba, turma, papelões mortos e a todos os animais, plantas e etc...hoje eu vim contar uma historia que acontece comigo até hoje...vamos começar voltando para o ano de 2010 quando eu tinha os meus 3 anos de idade. (sim eu tenho doze e isso não é um drama adolescente!) o ano em que os meus pais se separaram por "traição" ( as aspas são pelo fato de uma parte da minha família desmentir e a outra insistir que o meu pai traiu a minha mãe) logo depois que isso aconteceu minha mãe resolveu ir para a bahia ( morávamos em sp) e me levar junto. passei um ano e meio morando com a minha tia ( já que nos mudamos para uma cidade pequena onde meus outros tios por parte da minha vó moram e minha mãe precisava sair da cidade para trabalhar em outra então ela voltava bem tarde resumindo tive que ficar morando com a minha tia) depois que se passou um tempo de eu estar morando com a minha tia eu fiquei com saudade da minha família em sp e implorei para me levarem de volta ( nisso eu já tinha meus quatro anos) depois de alguns dias meu pai e a minha vó vieram me buscar e eu voltei para sp e tive que ir morar com os meus avós ( já que o meu pai não tinha condições financeiras para cuidar de mim) enfim, assinaram a papelada e minha guarda foi passada para a minha avó. a primeira semana foi normal, até chegar a segunda e eu ter que começar a ouvir coisas como "seu pai é um filho da puta por ter traído a sua mãe" até então eu não sabia de nada! meus pais não quiseram me contar pois eu ainda era muito nova para entender essas coisas e claro que eu fui defender o meu pai, isso continuou acontecendo e acredite não parou até hoje. isso realmente me machucou e continua machucando, dois anos se passaram e eu já com os meus 6 anos havia engordado bastante pelo fato de meu avô me mimar bastante, e e foi aí que o verdadeiro inferno começou, para ela sempre havia uma chance para me humilhar e essa foi uma delas. todos os dias eram coisas diferentes, ela chegou a me comparar com a minha prima! e isso me machucou tanto, tanto, que foi aí que eu comecei a perder algo que eu nem sabia que tinha...o amor próprio. minha alto estima foi caindo por isso, e não ajudou quando em 2015 minha melhor amiga ou melhor a minha prima que não me rejeitava por ser mais nova morreu. o meu mundo caiu e foi por esse ano que descobri a minha ansiedade...e ela não parou de me julgar, eu cheguei a morar com a minha mãe de novo em 2016, mais ela não tinha a responsabilidade que tem hoje para cuidar de mim. então tive que voltar a morar com a minha vó, ela me controlou pela a minha vida inteira, sempre quis controlar oque eu gosto ou não gosto, já tentou me forçar a parar de gostar de algo que me faz bem, e já tentou me controlar de diversas formas principalmente no quesito amigos. por exemplo: eu tenho uma amiga e ela também é acima do peso "não fale com ela, ela é uma mal influência para você" sempre quis controlar o meu estilo, e entre outras coisas hoje em dia é ela e o meu avô se juntam para fazer comentários desagradáveis sobre mim, e na frente de outras pessoas tenho que fingir que somos a tipica "família perfeita" e isso sempre me machucou bastante, mais eu tenho um porto seguro para me acolher quando eu preciso, a musica. e foi por ela que eu ainda estou aqui, mais principalmente por um grupo que me mostrou quem sou e que me mostrou que sou forte o suficiente para passar por isso. hoje em dia eu me amo, não pelo grupo e sim por mim mesma. e se não fosse por essa quarentena eu neste momento já estaria na casa da minha mãe. e de lá eu não vou sair #turmafeira
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2020.07.03 17:31 claudias05 Sou babaca por querer seguir a minha vida?

Oiii turma. Espero que esteja tudo bem com vocês. Desde já lamento pelo texto enorme xD. Eu mandei para o pare de mímimi a pedir ajuda á Gabbie a minha história, mas também quero a vossa opinião.
Bem, para começar com um pouco de contexto, a minha mãe ficou grávida de mim quando tinha 18 anos e o meu pai tinha 19. Isto é muito importante!
Sempre me explicaram que eu nasci por acidente, e eu nunca levei isso a mal, pelo contrário eu brincava com a situação a dizer que sou um acidente feliz.
Como os meus pais foram pais novos, eu tenho os meus avós todos vivos e os meus bisavós também, e sempre fomos uma "família feliz e unida" (depois percebes a razão das aspas).
Até aos meus 12 anos de idade a minha família era o meu apoio, eu sempre sufri bullying na escola (o bullying durou até aos meus 16 anos)e a minha família era tudo para mim, mas aos 12 os meus pais separaram se e o meu mundo caiu.
O problema não foi a separação dos meus pais, eu desde sempre que digo "prefiro vê los bem e separados, do que juntos e mal". O problema foi que graças á separação deles eu descobri que eu vivi uma ilusão a minha vida toda.
Eu sempre fui um pouco mais madura e um pouco mais inteligente do que o normal, e os meus pais aproveitavam isso, "ah C, tens que perceber que isto e isto não pode, os pais não podem" entre outras coisas. E devido a uma parte da família me ver como a razão da vida dos meus pais terem sido arruinadas, eu, para além de gostar imenso de me esforçar por mim mesma, sempre me esforcei duas vezes mais nas coisas para os agradar e fazer por merecer um lugar na família e o amor deles.
Eles começaram me a ver como a "salvação" e a menina deles e começei a ter muita pressão em cima. Quando os meus pais se separaram, eu virei a adulta da família, os meus pais, e os meus avós (tanto os paternos como os maternos) tem todos depressão, e na altura que os meus pais se separaram o meu irmão mais novo tinha 6 anos era muito pequeno, então eu é que fui o suporte da família. Apesar disso, quando eles estavam mal eu era o apoio, quando ficavam melhor eu já era só uma cachopa que não sabia nada da vida.
Conforme o tempo foi passando eu descobri que afinal aquela "família feliz" era uma mentira, eles fingiam isso tudo a minha frente para não me afetar, quando na verdade a família era cheio de problemas, de vinganças, problemas de heranças e intrigas e entre outras coisas.
Eu e o meu irmão ficamos com a minha mãe e íamos ver o meu país aos fins de semana, e com o passar do tempo o meu pai começou a mudar o comportamento dele.
Começou a manipular me, e a tornar se abusivo (nunca me bateu, porque apesar de todos os problemas eu continava a ser a menina, e ele só fazia as chantagens emocionais e os jogos mentais).
Os problemas começaram a aumentar com o tempo, a minha mãe com a depressão dela começou a prender me ainda mais (eles sempre foram muito protetores por serem pais jovens e nunca me deixaram fazer nada), não podia fazer nada, não podia ir ter com os meus colegas, nada.
E o meu pai começou a piorar os comportamentos dele.
Em relação ao meu pai chegamos mesmo a ter a polícia envolvida, aos meus 17 anos a polícia chegou a aconcelhar,fazer mos queixa porque o que ele fazia comigo, com a minha mãe e com o meu irmão era violência doméstica emocional e psicólogica (por isso é que não digo as coisas que ele fez para não dar gatilho em ninguém que esteja a ler).
Nesse mesmo ano fui a tribunal testemunhar sem advogados nenhuns contra o meu pai. Eu fui lá dei o meu testemunho e disse "eu não quero que ele vá preso, eu quero que o ajudem e que o acompanhem, porque eu sei que ele tem depressão e ele não tem de ser preso só precisa de ajuda". Resumindo a situação do tribunal eu pus a juíza a chorar em pleno julgamento, os advogados não sabiam mais o que dizer, o meu pai graças ao meu testemunho ia ser punido e acompanhado, mas a minha mãe desistiu da queixa.
Depois disso eu deixei de ir ter com ele, já que não resolviam o assunto eu ia dar prioridade a mim mesma e a minha saúde mental (graças a tudo o que ele fez a minha média escolar desceu 6 valores e mesmo assim consegui acabar esse ano como se tivesse descido apenas 0,2 valores, mesmo com tudo a acontecer). Eu não podia deixar estas coisas afetarem o meu futuro.
Devido a esses 0,2 valores, eu perdi direito a bolsa de mérito devido as boas notas. (isto vai importar mais a frente).
Quando deixei de ir, o meu irmão ia na mesma, e o meu pai usava o meu irmão para me fazer inveja e a vida num inferno. Ele dizia me vezes e vezes em conta que não havia razões para não ir porque ele na fazia nada, e comprava o meu irmão para ele lhe dar razão.
Em casa a minha mãe dizia "estas a ver o que estás a fazer ao teu pai? Já viste o que estás a fazer aos teus avós também, quanto eles estão todos a sofrer" ela dizia isso sempre que nos falávamos do meu pai. Farta da ouvir decidi ir ter com ele para exprimentar e o meu pai começou logo com problemas outra vez e com as coisas dele, e eu tentava sempre resolver e ele fazia se de vítima e culpava me a mim.
Falei com os meus avós para o tentarmos ajudar a ultrapassar a depressão dele, e disseram que era só eu deixar de mentir que a depressão dele passava (ou seja eu era a culpada da depressão dele, quando ele sempre a teve).
Em relação ao meu pai eu apenas ignorei o assunto vou ter com ele apenas em festas de anos ou assim e pouco tempo para ele não poder manipular e para a minha mãe não me chatear (apesar de que ela diz sempre "vez tinha razão" quando é mentira porque eu quando vou para lá eu tenho de por uma máscara e agradar lhes em tudo, e sinto me horrível sempre que vou e estou la).
O problema aserio foi agora á um tempo. Eu fiz os 18 em maio, e desde o início de 2020 que a minha mãe anda me a prender mais e sempre a mandar a baixo a dizer que não estou pronta para gerir uma casa sozinha porque sou desorganizada e coisas assim (quando é mentira, eu adoro organizar as minhas coisas, eu apenas o faço de maneira diferente dela). Ela até diz a minha avó (mãe dela) coisas que eu não faço bem, imagina eu faço 5 coisas 4 bem e uma mal, e ela conta a mal a minha avó e diz "opah vez, já eu não era nada assim contigo, agora a c fogo". Até na minha cara ela faz isso.
A depressão dela tem piorado e ela está quase no mesmo ponto que ficou quando os meus pais se separaram, (ela ficou de cama 3 meses e eu com 12 anos na altura é que a levantei da cama).
Ela tem andado pior e descarrega em mim. Eu é que tenho feito as coisas em casa, e depois de 6 anos a aturar estes problemas e a resolver tudo e a compreender tudo, e de sofrer imenso mas sempre a compreender que eles tinham problemas e a depressão, eu decidi ter uma conversa com a minha mãe.
Eu deixei de lhe contar o que sentia depois dos 13 anos, porque ela deixou de me apoiar, dizia que era normal, que iria piorar com o tempo, para eu ignorar, que ela não podia porque estava cansada, que os problemas dela agora eram maiores. Mas no fim de cada coisa desta que ela dizia, ela dizia sempre "mas compreendes não é c?"
Eu decidi que tinha que ser sincera com ela, e tentei faze ló durante muito tempo, mas eu não andava bem e não iria ter capacidade de compreender o ponto dela, ou ela andava mal. Ou até ela dizia que não tinha tempo para essas coisas. Uma vez eu tentei pedir lhe ajuda por causa do bullying e ela disse "ignora que isso passa" (durou 10 anos seguidos e até hoje tenho alguns problemas devido a isso.)
Na quarentena ela começou a ficar muito sufocante (eu não saio de casa há literalmente 110 dias). E eu decidi falar com ela e dizer:
"nos sempre falávamos e tu perguntava se eu compreendia, e eu compreendia, mas isso não significa que eu não sentisse as coisas. E quando eu dizia que compreendia tu começas logo "entao pronto escusas de estar com essas trombas, fogo C". A única coisa que quero mãe e que compreendas tu agora que não é por eu perceber as vossas coisas que eu não sinto as coisas e tenho direito de não estar bem também."
A minha mãe foi se super abaixo, ela sempre se apoiou imenso em mim, eu sempre fui mais concelheira dela ou apoio do que uma relação de mãe e filha, principalmente depois da separação deles. Quando eu lhe contei isto em vez de se focar no assunto começou a falar de como a vida dela foi complicada e por isso ela não tem a cabeça bem, e que era uma mãe horrível, mas que apesar de tudo o que passou tentou o melhor. Ela voltou a fazer o que fazia sempre que eu tentava falar com ela, focou se nela e nos problemas dela.
Eu falei por exemplo da situação do tribunal e disse:
"Eu compreendo que tu não queiras sentir que eras a razão pela qual o pai foi para a prisão, mas eu e o J(o meu irmão) já te tínhamos dito que não era a culpa tua, e depois de tudo eu senti me traída por teres tirado a queixa e ainda teres começado a defende ló a dizer que eu é que o andava a magoar". Ela simplesmente disse que eu tinha de compreender que ele foi uma grande parte da vida dela e que aquilo tudo de magoava, e eu só disse "sim eu compreendo te, ele é meu pai lembras te. Só te peço que percebas que também tenho direito a sentir me mal". E ela virou a história toda para ela e a fazer se de vítima e a valorizar mais o que ela estava a sofrer por tudo.
E agora vem o grande ponto, nessa conversa ela disse "eu vou te contar algo que só eu e o teu pai sabemos, tu não foste um acidente, eu e ele decidimos ter te de propósito para fugirmos de casa".
Quando ela me disse isso caiu me tudo, e tudo começou a fazer sentido. Eu tenho falado com o meu tio (irmão dela, eu e ele somos muito parecidos e os únicos racionais e imparciais nesta família) e já falei com a psicóloga do meu irmão/minha que tem acompanhado o meu irmão e a minha mãe, e cheguei a muitas conclusões.
Eu fui só uma desculpa para fugir de casa, eles tiveram me como desculpa para sair e passado um ano não conseguiram e tiveram de voltar para a casa dos meus avós. Na minha vida toda já mudei de casa 10 vezes porque eles nunca queriam viver com os meus avós mas nunca conseguiam gerir o dinheiro.
A minha família sempre me viu como um erro, e fui culpada por tudo e mais alguma coisa. Mas cada vez que eles queriam trocar de casa eu tinha que compreender e shiu.
Eu cheguei a conclusão que eu passei a minha vida toda a viver a vida deles. Sempre compreendi as coisas deles, sempre ajudei os apoiei e nunca me deixaram fazer nada.
Um exemplo, eu faço imensas coisas e quando alguém vem a minha mãe gaba se que a filha tem boas notas, tem imensos hobbies, muitos projetos, é boa a desenhar a cantar e por aí fora. Mas quando eu quero fazer algo levo logo com um não.
Eu organizei a banda da minha escola sozinha, e estava a frente disso tudo, e estava a ter ensaios da banda para a festa de Natal e a minha mãe fez de tudo para eu não ir aos ensaios só porque não. Depois anda a mostrar a tudo e a todos os vídeos da festa,a gabar se da filha dela fazer isto e aquilo, como se fosse graças a ela quando ela é que põem as barreiras todas contra. E chega mesmo a desvalorizar as coisas a dizer que o que eu faço são apenas hobbies, por exemplo desenhar (já vendi obras minhas e ela disse para cobrar metade do preço a sério só porque é um hobbie).
Não te contei tudo porque era mesmo muita coisa, mas hoje em dia simplesmente já tou farta. Graças a tudo o que eles me fizeram, eu não me sinto em família e muito menos em casa.
Consigo simplesmente apagar qualquer pessoa da minha vida, já não olho para eles da maneira como olhava, para mim eles já não são nada.
E o problema é, eu quero viver a minha vida. Eu quero agora quando acabar os exames ir trabalhar para guardar dinheiro para ir tirar o curso de psicologia na universidade, e a minha mãe não me deixa ir trabalhar. Diz que quer ser ela a pagar e que eu vou e venho todos os fins de semana e que vou continuar a viver com ela e dependente dela. E eu não quero isso, eu quero começar a minha vida.
Eu já tive 7 trabalhos na minha vida toda, já trabalhei desde os meus 15 anos fora da família (para a minha família desde os 10) e tinha dinheiro guardado.
Agora não tenho dinheiro nenhum, porque o meu pai não pagava a pensão de alimentos, e a minha mãe usou o meu dinheiro para por comida na mesa. (Ela usou o dinheiro que eu guardava do trabalho, o das bolsas que recebi e quando era pequena usava o que recebia como prendas).
Não tenho dinheiro nenhum, ainda não tenho carta nem carro, pois o dinheiro que era para isso a minha mãe gastou me o dinheiro e eu não quero que sejam eles a pagar me a universidade. Eu prefiro entrar na universidade daqui a 3 anos e pagar eu e ter a minha independência do que continuar dependente deles economicamente.
O problema é, a minha mãe esta outra vez com um esgotamento, e o meu pai também está muito mal com a depressão dele e anda a tentar comprar me para me voltar a ter. Basicamente eles andam me a prender mais e mais a eles.
E eu sei que se eu simplesmente ignorar tudo e todos, ignorar o assunto e seguir a minha vida e viver finalmente para mim, que eu sofro no primeiro mês mas que aseguir sigo a minha vida e depois de tudo o que me fizeram ao fim de tanto tempo já não vou sofrer mais.
No fim,foi tudo uma mentira enorme e eu fui apanhada no meio sem culpa.
Mas também sei que se eu o fizer, a família vai se toda a baixo.
A minha mãe perde o apoio, o meu irmão vai piorar (ele é igual ao meu pai, mas eu tenho andado a educa ló basicamente e anda a melhorar).
O meu padrasto vai acabar por largar a minha mãe (a relação deles é basicamente dependência amorosa e eu é que tenho andado a apoiar tanto um como outro e tem resolvido as coisas) e os meus avós vão sofrer ao ver a filha deles assim. Do lado do meu pai vao sofrer outra vez de eu me afastar (eles acham que me tem na mão).
Eu ando a pensar em acabar os exames, tirar a carta e fazer alguns dos meus projetos, e depois apartir de setembro preparo o terreno cá em casa para ir trabalho. E se começarem com problemas saio de casa.
Isto tem me chateado imenso a cabeça, tem me complicado imenso porque,quero viver a minha vida mas não queria simplesmente ter que curtar tudo com eles. Queria tentar resolver tudo de forma que desse para não haver tantos problemas.
As vezes ainda penso que sou eu apenas a ser uma adolescente a fazer birra e esqueco. Finjo que o problema sou eu é muito mais fácil de resolver assim, mas a minha saúde mental é muito mais importante e não posso continuar assim.
Sei que é complicado a história,mas turma digam me, sou a babaca por querer viver a minha vida sem problemas e fazer as minhas coisas depois de tudo?
PS: desculpem o tamanho do texto 😅
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2017.12.28 17:57 brucewaynedosuburbio Oi, Reddit. Hoje me pagaram R$ 2 mil para stalkear e descobrir tudo sobre uma pessoa. Segue meu relato de como fiz isso :)

EDIT MAIS IMPORTANTE: não me desafiem :)
EDIT IMPORTANTE: galera, comecei a receber várias mensagens de pessoas interessadas e pedindo ajudaa para encontrar amigos e amores do passado. Eu não sou profissional nisso e fiz isso como hobby, não depositem suas fichas em mim não, rs.
E outra: vou viajar agora no Ano Novo e ficar um tempo fora. Então não devo responder mais nada por aqui por um tempo. Quando voltar, vejo mensagem por mensagem e se posso ajudar ou não.
Voltando ao post original
Eu trabalho com marketing digital e sempre fui bom em caçar pessoas. Fazia isso no trabalho direito a ponto de se tornar um hobby. Brotou um cliente novo? Eu usava meus recursos para descobrir tudo o que podia sobre ele: endereço, estado civil, mídias sociais, processos, relacionamentos e por aí vai.
Isso me fez descobrir coisas interessantes. Como uma pessoa que entrevistamos para o trabalho era um bolsominion expulso da Polícia Militar acusado de assassinato (surpreendentemente absolvido, apesar de tudo apontar contra ele e seus colegas e ter até matéria de jornal sobre isso). Que o novo namorado de uma colega de trabalho frequentava um fórum de acompanhantes e tinha um perfil fake para manter contato com as primas. Que uma funcionária daqui abriu uma empresa no nome do marido e estava usando informações privilegiadas nossas para concorrer conosco em pequenas licitações.
Minha fama acabou crescendo um pouquinho até chegar em um amigo de um colega de trabalho. A missão que ele me passou? Encontrar um amor dele do segundo grau. Achei meio obsessivo, mas o cara me disse que só queria saber como ela estava, como eles haviam perdido completamente o contato por terem se formado ainda nos anos 90, sem os benefícios da internet e tal. Ele tentou contratar uma firma de detetives, mas os caras não descobriram nada com as informações que ele passou. E ele ainda morreu uma grana boa com eles.
Ele veio falar comigo e pensei, por que não? Como nunca tinha feito isso na vida, ofereci receber APENAS se descobrisse alguma coisa, apesar de geralmente rolar um adiantamento nesses casos. Segue como fiz.
Disclaimer importante: nada aqui é garantia de que vocês terão algum resultado seguindo essas dicas. Algumas pessoas têm uma pegada digital ínfima por conta da idade ou da natureza de seus afazeres profissionais/acadêmicos.
Informações que recebi: primeiro nome, um dos sobrenomes, bairro onde a pessoa morava e supostamente ainda morava, uma foto dessa pessoa no fim dos anos 2000 em uma reunião de ex-alunos dessa escola. Ele também sabia que a pessoa em questão fazia aniversário em maio. Ele desconfiava que ela havia passado para algum curso de Letras de faculdade pública do Rio de Janeiro ainda no fim dos anos 90.
Primeira fonte: o Facebook: perguntei ao cara se ele conhecia alguém de confiança que morasse no mesmo bairro que ela. Ele tinha. Essa pessoa me cedeu sua senha e login no Facebook temporariamente para ajudar na busca. A combinação de nome + sobrenome que ele tinha não dava resultado algum. Provavelmente ela usava outro sobrenome.
Aqui eu tinha duas alternativas: a mais correta, que era pegar esses dois nomes que ele tinha e consultar o registro de aprovados no curso de letras nos anos que ele indicou (1998/1999) ou visitar a antiga escola dela. Seria o método mais fácil para descobrir o nome completo dela, mas também me tomaria tempo e gasto de ficar indo fisicamente nas universidades e na escola para consultar esses registros. Eu não queria tirar a bunda da cadeira, então foi na força bruta.
Eu chutei algumas dezenas de sobrenomes. Comecei calculando o numero de perfis que acessei numa única manhã e parei de contar quanto já estava na casa dos 200. Acho que estava na casa dos 300 quando encontrei pela foto.
Páginas curtidas, fotos curtidas pela pessoa: vamos chamar a pessoa de Karen. Karen tinha um Facebook bem monótono. Parcialmente fechado, com menos de 200 amigos e pouquíssima atividade. Isso é um empecilho fodido, mas vamos lá: com a user ID dela, você consegue checar as fotos que ela curtiu a partir do link https://www.facebook.com/search/INSERIR_NÚMERO_DA_ID_AQUI/photos-liked . Também acompanhei as curtidas dela.
Assim, descobri que ela era espírita e seguia as páginas de alguns centros espíritas. Nos comentários de fotos dela - as poucas abertas - vi pessoas mencionando encontrá-la no tal centro espírita, mas sem mencionar o nome dele. Chequei as fanpages de todos os centros e revirei as fotos dos eventos até descobrir que não só ela era membro assídua de um deles, mas também era médium de um deles. Consegui até para ele os horários em que ela atendia no centro.
Pelas páginas curtidas, também descobri um bocado sobre ela: que ela tinha um filho, que ela era espírita e de esquerda, que ela fora abandonada pelo marido. que seguia várias páginas de concurseiros, que gostava de ler literatura hot, que aparentemente sofria de depressão.
Nosso amigo Google: sabendo o primeiro nome dela, o sobrenome que esse cliente lembrava e o que ela usava no Facebook, juntei os três para fazer algumas combinações de pesquisa no Google. Sempre usando aspas e tentando fazer diferentes buscas.
"Karen" "Santos" "Amoedo"
"Karen dos Santos" "Amoedo"
"Karen Amoedo" "Dos santos"
Como eu sabia o ano aproximado em que ela nasceu e o suposto mês, jogava a data junto também com um dia aleatório: "13/05/198X".
Não demorou muito para rolar o bingo. Karen dos Santos Souza Amoedo, nascida em 24/05/198X. A informação veio na lista de aprovados de um concurso público de alguns anos atrás.
A partir daí, foi uma chuva de resultados. Descobri as exonerações e contratações dela em diferentes cargos federais e estaduais por conta dos Diários Oficiais, que ela foi assistente administrativa em uma faculdade daqui por alguns anos, passou em outro concurso e migrou para outra instituição.
A partir dos editais de cada concurso e o LoveMondays, identifiquei também o salário estimado que ela ganhava em cada um deles sem grandes dificuldades.
O Google retorna muita coisa boa. Registros em cartório, processos, empresas no seu nome, uma caralhada de coisa. Numa dessas buscas, encontrei o perfil dela no Youtube, que era aberto e tinha várias informações de coisas que ela gostava: hobbies, canais sobre depressão e espiritismo, plano de estudos para concursos públicos e por aí vai.
CPF é seu amigo
Hoje, é muito fácil no Brasil você consultar informações de pessoas por CPF em sites como o CC Fácil. Seu próximo passo então é descobrir o CPF da pessoa em questão.
Aqui é muito 8 ou 80. Muita gente tem o CPF largado pela internet por milhões de razões: alguma citação em ação judicial, diário oficial, burrice, uns bancos cadastrais que se encontram por aí. O meu, por exemplo, não está disponível em lugar algum.
No caso dessa pessoa em questão, jogar o "Karen dos Santos Souza Amoedo" (lembrando que o nome é fictício :) ) rendeu algumas dezenas de resultados e, num deles, havia o CPF da pessoa em questão. Fui lá eu no CC Fácil fazer a consulta.
Tem duas coisas SUPER importantes sobre o CCFácil:
O resultado? O endereço de casado dela, o atual endereço, o celular, o telefone fixo, alguns detalhes sobre a vida financeira dela.
A interpretação das informações: só nessa brincadeira aí já estava terminado o serviço, mas decidi ir mais a fundo e ver o que mais conseguia descobrir. Muita coisa é subjetiva e fruto de algumas migalhas de informação que a gente precisa interpretar, é quase como contar uma história mesmo.
Eu consegui acertar o perfil básico dela quase que por inteiro. A conclusão que cheguei foi que Karen casou-se com 20 e poucos anos, teve um filho e se separou em algum momento. Não consegui descobrir o nome do cônjuge, mas acho que poderia ter ido mais longe se recorresse aos cartórios da região. A depressão veio depois da separação, aparentemente com o filho ainda pequeno (hoje adolescente).
Pela descrição que ele me deu, ela parecia pouquíssimo religiosa nos tempos de escola. Concluí que a religião foi a forma que ela encontrou de enfrentar a depressão. Ela jamais exerceu a profissão pela qual se formou, se limitando a fazer vários concursos públicos para assistente administrativo, sempre mirando bem baixo. O salário mais alto da carreira dela foi R$ 2700~R$3100, já com as gratificações inclusas, pelo que consegui achar.
Ela conseguiu manter o peso após a gravidez, pelas fotos que encontrei. Mas a separação e a possível depressão fizeram ela engordar bastante. Ela também seguia várias páginas de comida orgânica e dietas saudáveis, mas não parecia estar fazendo muito efeito.
O que mais consegui?: liguei para a entidade pública onde ela trabalhava me identificando como funcionário dos Correios. Queria confirmar o endereço dela e a unidade daquela repartição onde ela trabalhava, já que era uma instituição bem grande. Falei que tinha uma encomenda no nome dela como endereço errado e que seria devolvido ao remetente, mas que aquele era o único telefone de contato. Nego se desdobrou e conseguiu me passar exatamente onde ela trabalhava e o ramal dela. Essa instituição tem várias unidades diferentes espalhadas pela cidade.
Queria confirmar o endereço que havia descoberto pelo CPF, mas também quis testar a ingenuidade dela. Dei outro endereço próximo no bairro em que ela mora, dei o nome do remetente como uma loja de apostilas de concursos públicos (com base nos interesses dela que escavei). Ela acreditou na hora e me passou o endereço certo, confirmando o segundo endereço que recebi na consulta da CC Fácil. Talvez o primeiro fosse dos tempos de casada.
Além disso tudo, com uma foto taggeada de uma amiga, descobri a escola onde o filho dela estuda. E que ele é meio geek/otaku (imagina se o cara tá no sub, hehe).
Acertei tudo? Da minha interpretação, só errei o espiritismo como válvula de escape para a depressão após o fim do casamento. Na verdade, o espiritismo foi a resposta que ela encontrou para a morte do pai há alguns anos.
Por que estou postando isso aqui?
Várias razões:
Sim, é meio creepy. Bem creepy, na verdade. Mas eu fiquei satisfeito com o resultado e espero que os dois se deem bem. E que ele não seja um psicopata ou mate ela, senão vou ficar com uma dor na consciência fodida. Mas pelo menos ganhei R$ 2 mil por basicamente um dia de trabalho :)
Vai funcionar comigo?
Aí vai um depende gigantesco, como eu disse lá em cima. Eu tenho uma vida bem ativa nas redes sociais e me recrimino por isso. É bem fácil saber bastante sobre mim e descobrir coisa sobre a minha vida. Mas a minha esposa, por exemplo, tem uma pegada digital mínima. Trabalha na iniciativa privada, em uma empresa pequena, não tem empresas no seu nome, não faz concursos públicos, não tem uma profissão que coloque o nome dela na internet repetidamente, não é chegada às redes sociais.
Se meu alvo em questão fosse a minha esposa, provavelmente eu não conseguiria porra nenhuma. Minha dica? Se vocês têm algo comprometedor e querem esconder, ou até simplesmente querem proteger sua privacidade, comecem a buscar essas informações sobre vocês disponíveis por aí e apaguem elas. Se você quer encontrar alguém, é só ser perseverante. A internet é um mar de informação.
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